Grândola TERTÚLIA “UMA CONVERSA DE ABRIL” a 2 de Maio

TERTÚLIA “UMA CONVERSA DE ABRIL” a 2 de Maio



O Centro Local de Aprendizagem (CLA) de Grândola da Universidade Aberta (UAb) promove a Tertúlia “Uma Conversa sobre Abril”, com a participação do Prof. Doutor Rui Feijó.
A Iniciativa a ter lugar no próximo sábado, dia 2 de Maio, pelas 17 horas, no Espaço Garret, resulta de uma parceria entre o CLA da UAb em Grândola e a Câmara Municipal de Grândola, e tem como objectivo contribuir para as comemorações do 25 de Abril com uma vertente académica, valorizando o cruzar de opiniões, a troca de ideias e a apresentação e discussão de temáticas.

A sessão, que decorrerá em ambiente informal, dividir-se-á em dois momentos-chave: uma palestra sobre o 25 de Abril, 35 anos depois, proferida pelo Prof. Doutor Rui Feijó, docente do Departamento de Ciências Sociais e de Gestão da UAb, e um momento alargado de debate e participação do público.O encontro surge enquadrado na lógica dos Centros Locais de Aprendizagem, que engloba a criação de parcerias entre a Universidade Aberta e a sociedade civil, procurando desenvolver uma intervenção, em termos culturais e educativos, enquadrada nas dinâmicas locais e de acordo com as especificidades da área geográfica de influência de cada CLA.
in rostos.pt

Reunião de Comissões de Protecção de Crianças e Jovens

Em Grândola Reunião de Comissões de Protecção de Crianças e Jovens



O Direito da Criança a uma Família – novas perspectivas, novas responsabilidades.” é o tema do Encontro Anual de Avaliação das Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, a ter lugar nos dias 05 e 06 de Maio, no Cine Granadeiro – Auditório Municipal.
O evento, que pela primeira vez se realiza no Distrito de Setúbal, contará com as presenças da Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, do Presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, Armando Leandro, do Director do Instituto da Segurança Social, Edmundo Martinho, entre outros ilustres oradores.Durante o Encontro será feita, ainda, a apresentação do Relatório de Avaliação da Actividade das Comissões no ano de 2008.”
in rostos.pt

A propósito da Musica Velha e do Zeca Afonso

Os acontecimentos históricos - e o facto de uma canção "Grândola Vila Morena" ter sido senha de uma Revolução é dado incontornável da nossa história nacional - levantam sempre grandes paixões, principalmente quando a poeira dos tempos ainda não assentou completamente.
Neste blog discute-se acaloradamente a ligação de Zeca Afonso a Grândola o que é natural:
Uns viveram o acontecimento, outros têm os arquivos mas não os mostram, outros vão dizendo umas mentirinhas mais ou menos inocentes para também ficarem no retrato, e outros dão palpites.
Uns importam-se com a verdade.
Outros interessa-lhe mais colher frutos para o seu partido, ou organização política ainda "viva" ou já "morta".
Outros finalmente põem-se em bicos de pés, agitando galões que não têm, na esperança de adquirir algum protagonismo.
Enfim,como diria um antigo primeiro-ministro, É a vida!
Nesta matéria apenas me move um objectivo: que a verdade não seja deturpada.Por isso, embora não tendo sido protagonista dos acontecimentos (tinha 10 anos e só viria morar para Grândola passados 5 anos)vou dar os dados que possuo sobre o assunto e que adquiri pelos seguintes meios: grande amizade pessoal com alguns dos principais intervenientes da Música Velha, conhecimento pessoal e amizade com Zeca Afonso, leitura de documentos e diversos livros sobre o grande Cantor e, pasme-se! a minha própria ligação à Música Velha.
Vamos aos factos:ZECA AFONSO CANTOU EM GRÂNDOLA PELA PRIMEIRA VEZ EM GRÂNDOLA NO DIA 17 DE MAIO DE 1964.
Nesse dia, que era um Domingo, Zeca Afonso conheceu o igualmente grande, CARLOS PAREDES, que também tinha sido convidado pela Direcção da Música Velha SMFOG, para abrilhantar os festejos do 52º aniversário da Sociedade.
Quem era a DIRECÇÂO da Música nesse ano de 1964:
Presidente: Edémio José Neto
Vice: José da Conceição
Tesoureiro: Fernando Nóbua
1º Secretário: Mário Varanda
2º Secretário: Victor Martins
Vogal: José Manuel Galvão
Director de Banda: Luís Careto
Assembleia Geral:
Presidente: Belarmino Rosa
Vice: Eduardo Correia
Supl. Joaquim Martinse Evaristo Romero
Conselho Fiscal:Presidente: Custódio Mateus e
António Bispo e
Miguel António Rodrigues (Miguel Veneno)
Embora a carta-convite, dirigida a Zeca Afonso, então professor em Faro, tenha sido assinada por JOSÉ DA CONCEIÇÃO, a honra directa pelo convite caberá a todos os nomes que nesse ano pertenciam aos corpos sociais da Música e ainda ao único grandolense que já conhecia e era amigo de Zeca: o HELDER COSTA, Homem do Teatro e também de muitas lides políticas.
A quem mais aprofundadamente queira conhecer a vida e a obra de Zeca Afonso e a sua passagem por Grândola, aconselho a leitura de um grande livro: "JOSÉ AFONSO - O ROSTO DA UTOPIA" do jornalista José António Salvador.
Este livro que decerto existe na nossa Biblioteca Municipal, conta em discurso directo do próprio Zeca o seu primeiro contacto com Grândola e a história da canção que imortalizou esta terra. Depois da sua leitura, estou certo que certas "fantasias" não terão mais razão para continuar a ser propaladas.Para terminar apenas um esclarecimento: alguém neste blog dizia que a Ivone Chinita é que tinha trazido Zeca Afonso a Grândola.
Apesar de eu ter sido grande amigo da Ivone e de hoje a continuar a admirar como Lutadora e Poeta, não posso deixar de esclarecer que a IVONE nada teve a ver com a primeira vinda de Zeca Afonso à Vila Morena.
E esclareço:A IVONE CHINITA em 1970, então com 21 anos, teve uma acção extraordinária na Música Velha.Batendo de porta em porta, juntou um grupo de moços, e pelo menos uma moça, que formaram uma Comissão Cultural na colectividade.
Julgo que a Ivone nunca foi sócia da Música, se estiver errado peço que me corrijam, mas esse facto não foi impeditivo de realizar um importante trabalho na sociedade.Para aqueles que não conheceram esse tempo de ditadura esclareço que as "Comissões Culturais" eram o meio que se utilizava para poder realizar determinadas actividades polícas e culturais, sem que dirctamente se envolvessem as Direcções dos clubes e das sociedades.(Em Grândola esse sistema foi utilizado a partir dos anos quarenta e cinquenta com a criação de "Bibliotecas" por acção de uma outra figura incontornável da nossa história política local: JOSÉ MARREIROS MENDONÇA, recentemente falecido.)
Mas voltando ao ano de 1970, recordo que essa Comissão Cultural, em que me integrei desde a primeira hora, começou por levar a efeito, entre outras, as seguintes actividades: Teatro (A farsa de Mestre Pathelin, de Moliére), Sessões de declamação de poesia, baseadas primeiro livro da Ivone "DIGO FOME", Exposições de Pintura (Costa Brites)e Gravura (Manuel Cabanas).Por motivos pessoais e profissionais Ivone regressou aos Açores, mas o "grupo de moços" que ela juntou, continuou!Por isso e também porque alguns de nós já tínham grandes convicções, e até militância política, a COMISSÃO CULTURAL continuou em actividade.
É então que Zeca Afonso volta a Grândola, canta o ADRIANO, o RUI MINGAS, é realizada uma Feira do Livro no então Jardim 28 de Maio.
São realizadas exposições e conferências (vem cá nessa altura o SARAMAGO)etc etc etc.Humildemente, mas com muito orgulho, posso dar o meu testemunho porque estive em todas essas actividades.Eu e muitos jovens. E novamente o JOSÉ DA CONCEIÇÂO E ANTÒNIO MANUEL que faziam a ponte com os artistas e os restantes convidados.
Foram tempos difíceis porque vivíamos em ditadura e cada realização era ostensivamente vigiada do exterior, pelo Chefe da PSP e pelo mais importante informador da PIDE local, que assinava os seus minuciosos relatórios com o pseudónimo MANUEL CUSTÓDIO, mas que na verdade era SOBRAL... Mas foram igualmente tempos muito gratificantes!porque havia muita camaradagem e estávamos convictos que estávamos do lado certo da barricada.Alguns, que não viveram nada disto "aconselham-me" a "ver, ouvir e calar".
Lamento mas não lhes posso fazer a vontade.Nunca foi de minha índole essa atitude.E na polémica em torno da Música Velha e de algumas fantasias que a longo dos tempos têm sido atiradas ao ar, volto a dizer: não vale a pena mentir.
A verdade basta e é mais do que suficiente motivo de orgulho para todos os que numa fase ou outra estiveram por dentro dos acontecimentos.
Quando há alguns anos uma Direcção, a respeito de um determinado acontecimento que levou à prisão 7 (sete)jovens músicos, concedeu uma entrevista e teve logo que afirmar que a banda tinha sido toda presa (22 elementos) e que os cavalos da GNR tinham entrado pela Sociedade,na verdade não estavam a engrandecer a Colectividade.Estavam a cair no ridículo.
Por isso tenham a santa paciência: não posso ver ouvir e calar!
JOSÉ HORTA

A Propósito da CERCI de Grândola



Antes de mais, queria dar os meus parabéns pela iniciativa de criar um blog de discussão de problemas locais, neste caso, relativo à realidade grandolense.

Não sou um habitante de Grândola, mas visitei a vila recentemente e tomei conhecimento da grave situação da CERCI de Grândola. Para minha admiração, soube que um dos sectores desta instituição – a parte responsável pela formação e integração profissional de jovens com dificuldades – foi encerrado e que o terreno onde este sector está instalado vai ser vendido. Soube também que os jovens que este sector acolhia – segundo creio, mais de uma dezena - estão agora sem acompanhamento e que alguns deles continuam a trabalhar, mas sem receber qualquer retribuição monetária. Soube ainda que os trabalhadores deste sector da CERCI de Grândola foram despedidos e que se encontram em litígio com a direcção.
Tenho consciência que as CERCI’s são instituições com grande impacto social nas regiões em que cada uma delas opera. Foi, pois, com grande espanto que notei um silêncio ensurdecedor e quase total em torno desta questão na imprensa local a que tive acesso e neste blog.
As CERCI’s são cooperativas que devem contar com a preocupação e a participação da comunidade circundante, não são empresas em que a direcção e a gestão age autonomamente, sem ter de prestar contas à comunidade.
Pela minha parte, nunca tive conhecimento de uma direcção de uma CERCI que abolisse um campo da sua acção e realizasse despedimentos em bloco. Algo de preocupante se passa...
Faço, pois, o meu apelo a que a comunidade grandolense se informe e questione a direcção da CERCI de Grândola sobre as suas opções e sobre o seu projecto de funcionamento. Cabe avaliar se as actuais opções visam o melhoramento e uma maior abrangência da sua acção ou se estamos perante um caso de gestão danosa e incompetente. É também preciso exortar os poderes locais e nacionais a uma intervenção efectiva.
Submeto, portanto, este tema à discussão dos leitores do blog, fazendo votos de que ela desencadeie uma postura actuante, porque a integração e a formação de jovens com dificuldades é uma componente fulcral da vida de uma comunidade e porque a participação activa dos cidadãos nos sectores vitais da sociedade é, sem dúvida, um dos legados fundamentais de Abril.

Cumprimentos,
Henrique Quiabo

ARQUIVO DO ANTIGO "SPORT" FOI PARA LIXO!

Assim vai o património na Vila Morena
Quem passar junto do edifício que foi sede do antigo "SPORT CLUBE GRANDOLENSE" extinto há uns anos para concretizar a "fusão dos dois clubes", verifica que o estão em curso importantes obras de conservação e remodelação.
Que as obras eram necessárias não tenho qualquer dúvida.
Mas mandar para o lixo o arquivo e a antiga biblioteca da colectividade que estava encaixotada no sótão é um crime que aconteceu há alguns dias perante a passividade dos actuais dirigentes do clube e até da própria Câmara Municipal.
A perda ainda é mais grave porque aquele edifício, construído através de uma subscrição pública, albergava a herança patrimonial das antigas "Sociedade de Recreio" e "Sociedade Recreativa Grandolense" do início do século XX.
Alguns dos seus animadores como Jacinto Nunes e o seu filho Jorge Vasconcelos Nunes devem estar a revoltar-se na tumba, graças ao descuido, desleixo dos actuais "homens grandes" desta terra.
Uma vergonha!
José Horta

Biblioteca Municipal de Grândola“Dias da Longa Noite: Retratos de Portugal Antes de Abril”

A Biblioteca Municipal de Grândola apresenta até 16 de Maio, a Exposição “Dias da Longa Noite: Retratos de Portugal Antes de Abril”.

A exposição pretende retratar a sociedade portuguesa nos anos 60 e 70, profundamente rural, conservadora e tradicionalista, em que vigoravam os valores e conceitos morais e ideológicos do regime opressor do Estado Novo.


Através de documentos escritos, fotografias e meios audiovisuais, da exposição de peças, materiais e produtos e ainda da reconstituição de ambientes da época, são abordados os temas que mais directamente influenciaram a juventude que viveu o 25 de Abril: Educação e Ensino, Mocidade Portuguesa, Movimentos Estudantis, Desporto, Formação Desportiva, Modalidades Desportivas, Música, Moda, Teatro, Cinema, Literatura, Arte, Imprensa, Rádio e Televisão e Guerra Colonial.“

Dias da Longa Noite – Retratos de Portugal Antes de Abril” tem inauguração marcada para as 18h, do dia 23 de Abril.

Horário
2ª feira : 13h00 – 19h00
3ª a 6ª: 09h00 – 19h00
Sáb: 10h00 – 13h00 e 15h00 – 19h00



Entrada livre

in rostos.pt

Informação à margem dos Assuntos do Blog

Acabámos de saber, de fonte segura, que a TVI vai processar José Socrates, tal será anunciado amanhã em directo no Telejornal.

A mesma fonte conta-nos que Manuela Moura Guedes também o fará a titulo pessoal. ( aliás neste momento já tornou pública tal decisão)

Sim...sabemos que Grândola não tem nada a ver com isto, mas queremos mostrar apenas que temos boas fontes....

Algumas contam-nos coisas de Grândola, outras do mundo.

E já agora podemos rir-nos com o que se passa à nossa volta...

(São agora 23h01 de Terça-Feira, a decisão foi tomada há dez minutos)

Comentário no Blog: Solicita análise do Papel da Igreja ( em Grândola), entre outros dados históricos sobre 25 de Abril

Por merecer destaque...é destacado o seguinte comentário que recebemos:

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Assunto da Semana - As comemorações do 25 de Abril...":

Ao consultar o vosso site vejo que lançaram cinco temas para discução sobre o 25 de Abril.
Quero realçar o que foi o 25 de Abril lembrando alguns militares que nele participaram de alguma maneira de alguma maneira mas menos mediaticos para perceber o que aconteceu nesse dia. Os que vou citar tinham opções muito distintas, de como transformar o mundo.
Recordo o comandante Ramiro Correia já falecido. A última vez que me cruzei com ele, foi nos fins dos anos de 70. Era refugiado politico num País Africano. Digo que era um companheiro com muitas preocupações do rumo que levava o nosso país.
Major Arlindo, já falecido, refugiado politico num País Africano. A frustração, era terrivel nas palavras dele.
Capitão Fernandes, hoje membro da associação 25 de Abril. A última vez que me cruzei com ele, tinha muitas preocupações mas dizia que alguma coisa se salvou.
Cornel Varela Gomes, de dedo em risque, dizia que todos nós temos o dever de transmitir às gerações mais jovens o que foi preciso fazer para chegarmos até aqui, e continuarmos a viver com dignidade.
Sanches Osório, Jaime Neves como sabem defendiam a continuação da PIDE, com novas roupagens.
Furriel António Guerreiro, companheiro da coluna de Salgueiro Maia no Largo do Carmo, morreu levando a sau máxima: !"que os Homens e Mulheres com ideias devem ajudar a fazer a revolução". Morreu numa acção para concretizar o projecto em que acreditava no momento.
Menciono Salgueiro Maia para situar o seu comportamento no 25 de Novembro. Basta reler a história.
Como podemos ver, o 25 de Abril em Grândola é comumerado pelos vencedores de uma tendência dos que fizera o 25 de Abril; o poder em Grândola é gerido por um militar que vinha na coluna do Salgueiro Maia. Essa tedência sempre deu apoio ao liberalismo em que o mundo se transformou, em suma, num caos.
Eles fazem bem; nós é que temos culpa! Pois temos inquietações sociais, sempre fomos dando o palco aos vencedores de todo o processo, e eles pouco a pouco, vão fazendo esquecer. E esse é o seu papel! Mas todos nós temos o dever de não deixar branquear todo o processo de lutas suciais e festa solidária, voltarmos a cantar que a cantiga é também uma arma com o punho herguido.
Por tudo o transcrito sou dos que acreditam que o mundo será tranformado e haverá justiça social, faternidade e igualdade(não igualdade de oportunidades).
Faço um apelo para todos os Homens e Mulheres livres de Grândola no ano de 2010 e festejam o 25 de Abril da nossa gente.
Quero resalvar o nome do jornalista Adelino Gomes que vem ao debate no dia 23 de Abril no Auditorio Municipal, tenho muita consideração pelo qual.

P.S
Proposta:
-Discutir qual o papel da igreja (local);
-Discutir a sua tendência: teologia de libertação.

Feira para a Inovação do Comércio Tradicional de Grândola

Feira para a Inovação do Comércio Tradicional de Grândola

Feira para a Inovação do Comércio Tradicional de GrândolaPromover e valorizar o comércio tradicional, são os grandes objectivos da FIC – Feira Para a Inovação do Comércio Tradicional, que abre as suas portas, ao público, no dia 24 e prolonga-se até ao dia 26 de Abril, no Parque de Feiras e Exposições de Grândola.

Promovida pelo Grupo Dinamizador do Comércio Local, com os apoios da Câmara Municipal de Grândola, Junta de Freguesia e Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal, esta 1.ª edição, conta com mais de 30 stands representativos de vários sectores do comércio local.

Até 26 de Abril, estão expostos para mostra e venda, artigos de vestuário e acessórios de moda, lingerie, calçado, cabeleireiro, decoração e mobiliário, papelaria, fotografia, ciclismo, flores e produtos de jardinagem, doces, pastelaria e gelataria, e também artigos de ortopedia e geriatria.

A FIC recebe no domingo, dia 26, a partir das 16h, um Desfile de Moda, onde será apresentada a colecção Primavera/Verão 2009 das lojas presentes no evento.
Durante a tarde, a animação musical é garantida com Jorge Nice.

A pensar nos mais novos, a FIC dispõe de uma zona exterior com insufláveis.

Na Zona das Tasquinhas, três associações do concelho servem vários petiscos ao longo do certame.

Mais informações: www.cm-grandola.pt


in Rostos.pt

RTP também segue o Twitter do Praca Dom Jorge


A RTP também iniciou a monitorização do Twitter do Praca Dom Jorge.

De igual forma o fez o Inimigo Público e outras personalidades de país.

Monitorização do Blog pela SIC Online

Para os do costume, que vaticinam a morte deste Blog, e o fim da livre informação, informamos que a SIC Online iniciou a monitorização deste espaço.
Motivo de orgulho, para nós, mas também para todos os que defendem em Grândola a Informação independente dos vários Poderes que habitam na nossa Terra

Da mesma forma alguns jornalistas, a título pessoal, também têm começado a acompanhar-nos no twitter.

O Caminho faz-se caminhando.

Continuem a apostar em nós, estaremos sempre em busca da Verdade, doa ela a quem doer

Onde está a Grândola de José Afonso?

Do Correio da Manhã transcrevemos o seguinte artigo:

25 de Abril, canção de homenagem à vila

Onde está a Grândola de José Afonso?

Ainda é a terra da Sociedade fraternidade operária grandolense, mas O edifício está encerrado há dois anos

Havia duzentas pessoas na sala. Entre elas um agente da PSP. Fardado. Homem para não se abespinhar quando José Afonso cantou ‘Os Vampiros’, senhores à força e mandadores sem Lei. Escondidos sob o palco palpitavam os livros que a Censura proibira – ‘Subterrâneos da Liberdade’, de Jorge Amado, partilhando páginas com ‘O Caminho Fica Longe’, de Vergílio Ferreira.

Na noite de 17 de Maio 1964, no salão de festas da Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, José Afonso cantou para trabalhadores da indústria corticeira, camponeses, militantes do PCP na clandestinidade e um polícia pouco convicto. O apreço, mútuo, foi tal que, no fim do espectáculo, escreveu, numa folha de papel almaço, 'Grândola, vila morena, terra da fraternidade' – operária grandolense.

Ninguém sabe onde pára a folha com o poema original da canção que seria senha do 25 de Abril de 1974. 'Desapareceu', lamenta Maria José Pucarinho, professora de Música na escola secundária e actual presidente da colectividade, também conhecida por ‘Música Velha’, que José Afonso descreveu como 'um local obscuro, quase sem estruturas, com uma biblioteca de evidentes objectivos revolucionários e uma disciplina aceite entre todos os membros, revelando já uma grande consciência e maturidade políticas'.

Os livros que faziam parte da biblioteca estão encaixotados. O salão onde naquela noite, há quase 45 anos, Zeca esboçou ‘Grândola’ está vazio. Esquecidas no chão ficaram folhas de pauta onde saltitam semicolcheias de mãos dadas. Já parou de chover lá fora. Há esperança de que a água cesse de correr cá dentro. Maria José Pucarinho não disfarça o desalento. 'É uma pena. Temos a escola de música, com 72 alunos, a funcionar aos sábados na Universidade da Terceira Idade e a banda filarmónica, com 47 músicos, ensaia num antigo restaurante chinês.' É assim há quase dois anos, desde que o edifício, um antigo hospital, construído no século XVII, encerrou para obras.

Nada e criada em Grândola, Maria José não conheceu pessoalmente José Afonso. Tinha oito anos quando se deu o 25 de Abril. 'O meu pai estava em Marrocos. Eu tinha ficado com a minha mãe em casa. Lembro-me da euforia e do pânico dela. Não sabíamos o que ia acontecer a partir daí.' Quando, de manhã, mãe e filha acordaram, o País insone já tinha ouvido 'Grândola, vila morena, terra da fraternidade'. Passou às 02h00 no programa ‘Limite’, da Rádio Renascença. Era o sinal de arranque para as tropas revoltosas mais distantes de Lisboa. O golpe corria bem.

Na altura, Celso Nunes trabalhava como pintor em Paris, para onde emigrara em busca de melhor vida em 1964. 'Fui à banca comprar jornais e soube do que tinha acontecido, talvez mesmo antes de muitos portugueses que aqui estavam.' Regressou em 1979, ainda a tempo de conhecer o homem que celebrizara Grândola. 'Encontrei-o em Évora e depois em Setúbal. Ele já estava doente.' Tanto tempo depois, ouvir ‘Grândola’ continua a arrepiá-lo. 'É diferente para nós, que sabemos porquê e para quem ele escreveu aquele poema', emociona-se Celso, que voltou para reparar calçado num estabelecimento aberto na rua das lojas.

Há-de ser diferente também para Pedro Martins da Costa, de 66 anos, ex-vice-presidente da Câmara, que trouxe José Afonso à vila. 'Em 1964, eu estava em Lisboa, na tropa, e como eu havia mais gente da Fraternidade Operária que lá estava. Reuníamos em tertúlia no café Gelo e no Martinho, não o da Arcada, um estabelecimento com bilhar que havia nos Restauradores.' Entre o Gelo e o Martinho surgiu a ideia de convidar Carlos Paredes e José Afonso para um concerto. Escreveram-lhe para Faro, onde José Afonso era professor. 'Em 1965 voltou e muitas vezes depois – gostava do convívio e do ambiente igualitário da colectividade. Tão igualitário, dizia ele, que não se percebia quem era o vogal e quem era o presidente.'

Na praça para onde se inclina a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense existe actualmente um hotel de três estrelas, uma ludoteca e um centro de estética canina. Os tempos de fervor revolucionário parecem encontrar eco apenas no centro de trabalho do PCP, ameaçado de despejo, como reza uma faixa colocada a quase toda a largura.

Montado na sua bicicleta, com caixote de plástico atado atrás, Adriano António Damasceno está de visita à vila. 'Moro numa fazenda lá em baixo, onde tenho um gadozinho e os meus canitos.' O cantoneiro de limpeza reformado almoça todos os dias no refeitório da Câmara Municipal de Grândola. 'Têm lá mulheres antigas a fazer o comer e eu gosto da comida antiga, com carne e couves', explica, franzindo os olhos sob o boné de fazenda. Não lhe faltam as palavras, capazes de enfrentar o silêncio mantido pelo trio de idosos que, ao longo da tarde, se desloca lentamente atrás dos raios de Sol. 'Há aqui muitos velhotes. Em algumas aldeias já só há antigos', nota Adriano. Era nesses tempos – 'antigos' – que 'a ‘Grândola’ se ouvia muito'. Hoje não. 'Hoje só se ouvem os cantores modernos.'

Depois do 25 de Abril houve ocupação de herdades. Formaram-se cooperativas de produção – uma das quais corticeira, ligada à Reforma Agrária. Mas, mais do que camponeses, os grandolenses sempre foram comerciantes e operários corticeiros. É ainda evidente o peso do comércio, agora com um toque multicultural resultante da instalação de lojas de chineses. O futuro parece, contudo, escrito nas agências imobiliárias. 'Agora é a indústria da construção civil que mais emprego dá', observa Pedro Martins da Costa, que até há bem pouco tempo manteve aberta uma loja de relojoaria. Grândola está à espera dos grande empreendimentos imobiliários e turísticos que prometem fazer render a beleza da Costa Azul. Tróia (Grupo Sonae) é ali ao pé. O Carvalhal (Grupo Espírito Santo) não fica longe. Melides (grupo suíço Volkart) é a dois passos.

Fim de tarde em Grândola.Tocou para a saída. Pelo Jardim 1º de Maio, que já foi 28 de Maio, caminham jovens em grupos. Balançam os livros com despreocupação. Sara, aluna do 11º ano, já soube a história de ‘Grândola, Vila Morena’. 'Era tipo código, uma coisa esquisita.' Nem de propósito, passa perto o professor de História. Ela encolhe-se e brinca: 'Ai se ele soubesse que eu já não me lembro...' Mesmo sem saber exactamente o significado da canção, sente um certo orgulho pois é por causa dela que 'o pessoal de Setúbal conhece Grândola' e para lá ruma a fim de celebrar o 25 de Abril. De qualquer forma, do que Sara, franja morena e unhas vermelhas, mais gostava era que houvesse uma discoteca na vila que deu nome à canção. 'Temos de ir a Alcácer ou a Santiago... só lá é que há discotecas.' Em 1964, quando pela primeira vez lá esteve, José Afonso viu em cada esquina de Grândola um amigo e em cada rosto igualdade. Em Abril de 2009, Sara assume que só está desejando sair dali.

Isabel Ramos

Grandolenses da História

Saiu hoje no Correio do Alentejo um artigo sobre Horário Cardim, sob o titulo de Alentejanos da História.

Aqui o reproduzimos,




Horácio Cardim

O fundador do “Jornal Grandolense”

Trabalhou na função pública e na banca. Ajudou a fundar um jornal e uma tipografia. Dedicou-se à agricultura e à música. Por tudo isto, Horácio dos Santos Cardim é, sem dúvida, uma das maiores figuras na história da vila de Grândola.
Com raízes familiares na corte britânica, Horácio Cardim nasceu a 5 de Julho de 1901. Foi amanuense e secretário da administração do concelho de Grândola, antes de começar a trabalhar no Ministério da Justiça e dos Cultos como ajudante da repartição do registo civil de Grândola. Em 1929 acabou por ingressar no então Ministério do Interior, como aspirante da secretaria da Câmara Municipal, tendo-se aposentado no final da década de 50 do século passado.
Paralelamente, foi correspondente local do “Diário de Notícias”, d’“O Século”, d’“A Voz”, d’“O Setubalense” e do “Diário do Alentejo”. O gosto pela imprensa levou-o mesmo a fundar, no final dos anos Vinte, a Tipografia Progresso e posteriormente, em 1924, o jornal quinzenário “O Grandolense”.
Horácio Cardim foi ainda observador do posto udométrico de Grândola e durante uma década correspondente bancário do então Banco Borges e Irmão, além de se dedicar, nos tempos livres, à agricultura, à jardinagem, à colecção de postais ilustrados e aos recortes de acontecimentos importantes.

Praca Dom Jorge adere ao Twitter

Seguindo as novas tecnologias e procurando sempre estarmos cada vez mais perto da informação, aderimos ao twitter.

Poderá acompanhar-nos em
http://twitter.com/pracadomjorge

Da mesma forma, na barra lateral encontrará as ultimas intervenções do Praca Dom Jorge na Rede Social Twitter.


Lançamento da Candidatura de Luísa Araújo...perdão...Homenagem a Manuel Sobral

Soube agora mesmo o Praça Dom Jorge que o PCP, anda a lançar convites a antigos colegas e amigos de Manuel Sobral, para participarem numa homenagem APARTIDÁRIA que lhe será prestada no dia 10 de Junho.

O grande impulsionador deste almoço....ou jantar é o antigo Presidente da Câmara Municipal de Grândola, Prof. Cândido Matos Gago.

Para os mais desatentos lembramos que Manuel Sobral é o falecido marido de Luísa Araújo, já anunciada neste Blog como a mais que certa ( mas nunca admitida) candidata da CDU à presidência da Câmara de Grândola.

Assim tiramos duas conclusões:

1. O nosso Blog estava certo quando a apontou publicamente como candidata da CDU

2. O PCP está interessado em reunir à sua volta personalidades de vários quadrantes, tendo já compreendido que só é possivel derrubar Carlos Beato através da apresentação de uma candidatura que consiga agregar os descontentes do PS, do PSD e do Bloco....nem que para tal use o pretexto de Manuel Sobral....

Comentário de leitor

Recebemos o seguinte comentário que está disponível na postagem sobre a sondagem ao Povo de Grândola.

No entanto vamos, pela sua pertinência, dar-lhe destaque durante algum tempo:



Ao consultar o vosso site vejo que não têm abordado os problemas essenciais do concelho de Grândola. Só discutem possiveis candidatos de politica institucional.Então e os problemas concretos? Começo por enumerar alguns! O litoral hipotocou o futuro dos nossos filhos: o acesso gratuito para toda a população às praias; o problema da água: vai passar ao lado? Quem são os rostos responsáveis? Eles exitem: são os actuais autarcas e os anteriores! Senão veja-se o destaque que tiveram em Tróia ao lado do Sr. Belmiro.
Pergunto onde estavam os Homens e Mulheres que têm estas preocupações? Onde estavam? Para gritarmos juntos a nossa revolta e desobediência, para para que não hajam no nosso concelhon "vilas" em acesso pago.
Forças vivas, o que têm feito para romper com os interesses instalados? Digo eu: NADA! Exemplos: organizações de desenvolvimento, Gabinetes de Apoio ao Empresário só vendem produtos para justificar estatística e verbas, não geram bem estar, ou seja empregos.
Colectividades: Grandolense, Bombeiros, Grândola-Foot, Música Velha, Rádio Clube de Grândola, entre outros. Elegem-se os seus directores entre si, dividem e partilham interesses instalados há longos anos, exemplos como os Bombeiros (Sr. Anibal Cordeiro) e Música Velha (Cristina Vieira). Se isto não são interesses instalados então o que é?
Santa Casa: para quando um debate público a sabermos o que se passa com os interesses instalados há mais de 30 anos, de todas as áreas práticas, que nunca querem tocar nessa instituição? Não pode continuar o clima existente que só serve alguns, e todos quando abordados dizem pela calada que só entra quem tem dinheiro ou outros bens. Temos o dever de colocar esta instituição no lugar, ou seja servir toda a população idosa que precisa, incluindo os mais pobres.
O desenvolvimento que uns prometeram já começou!
O Hospital deixou de existir e temos uma consulta aberta; o cinema esteve fechado durante anos, ninguém se indignou colectivamente. Estes e outros assuntos (e são muitos) é que devem ser discutidos para gerar dinâmica colectiva e surgir inquietação e desobediência ao marasmo existente e assim começarmos a escolher os nossos dignos representantes locais.

P.S.
Outras questôes a discutir:
- Quais as contrapartidas que o "desenvolvimento" do litoral dá para as populações do interior;
- O sector agricola;
- O Banco de Terras;
- O Provedor "local do Cidadão" (digo, provedor de injustiças)
- O clientalismo junto da Câmara "

Assunto da Semana - As comemorações do 25 de Abril em Grândola

Por sugestão de um nosso leitor, lançamos a partir de hoje o ASSUNTO DA SEMANA.

Escolhemos o seguinte:

COMEMORAÇÕES DO 25 de ABRIL em GRÂNDOLA.


É verdade que cada vez mais as comemorações do 25 de Abril seguem o caminho das comemorações da Implantação de Republica? meramente simbolicas?

É verdade que em Grândola já não se canta o Grândola Vila Morena de punho no ar?

É verdade que as comemorações deste ano incluem um filme sobre a Amália????

É verdade que o 25 de Abril é hoje comemorado como uma (r)Evolução?

Onde anda a Associação 25 de Abril?


Está aberto o debate.

Associação de Municípios da Região de Setúbal Promove peça de teatro no âmbito do 35º aniversário do 25 de Abril

Associação de Municípios da Região de Setúbal
Promove peça de teatro no âmbito do 35º aniversário do 25 de Abril

Promove peça de teatro no âmbito do 35º aniversário do 25 de Abril" vspace="5" align="right" border="2" hspace="10">No âmbito das comemorações do 35º aniversário do 25 de Abril, a Associação de Municípios da Região de Setúbal (AMRS)promove uma iniciativa que consiste numa peça de teatro dirigida às Escolas da Região.

A peça de teatro, apresentada pelo Teatro Extremo e intitulada de “O Tesouro”, está em digressão pela região de Setúbal, perspectivando-se a apresentação de dois espectáculos em cada Município.

“O Tesouro”, retrata a visita de uma turista a um lindo país de clima agradável, mas cujos seus habitantes aparentavam ser um povo infeliz e solitário. Que teria acontecido? Vozes sussurravam, na noite, que aquele povo tinha perdido o seu mais valioso tesouro: a Liberdade.
Subitamente… fartos de opressão, num Primaveril dia de Abril, os habitantes do País das Pessoas Tristes resgataram o tesouro que lhes tinha sido roubado e finalmente puderam respirar e viver os seus sonhos.

A peça de teatro esteve presente nos municípios do Barreiro e Setúbal, estando ainda prevista a sua apresentação nos Municípios de Almada, Alcochete, Palmela, Moita, Montijo, Sesimbra, Santiago do Cacém, Grândola, Alcácer do Sal e Sines.

A programação da peça está disponível no site da AMRS, em www.amrs.pt

Descanso para a Páscoa

Este Blog é feito de informação e animado pelo Debate.

Obviamente que somos apenas o veículo da informação e informações que, baixinho, circulam por Grândola.

Não temos o dom da criação divina, nem pretendemos.

É certo que este espaço tem estado parado. Assim como Grândola.

Assaltos a supermercados, ranchos folclóricos, reuniões de Turismo....

Com as postagens anteriores, temos tentado demonstrar que para o não-grandolense, esta é a imagem que tem de Grândola, estas são as noticias que o vento lhe leva.

É certo contudo que a páscoa tem os seus ovos, e estes, lá dentro, escondem surpresas... é preciso pois aguardar...

Aproveitemos, por ora, a época pascal para reflectirmos sobre o dia-à-dia da nossa terra. Tentemos colocar-nos acima de tudo isso, imaginando que do alto da Penha observamos a nossa Vila.

Acharemos então graça a tanta coisa....

Boa Páscoa.

Modelo de Grândola assaltado

Quatro homens encapuzados e munidos de caçadeiras de canos serrados assaltaram segunda-feira o supermercado Modelo de Grândola e fugiram com o dinheiro de caixa, disse hoje à Lusa o Comandante do Grupo Territorial de Setúbal, Major Tavares Belo.

Segundo a mesma fonte, depois de concretizarem o assalto, que ocorreu cerca das 22:30, os quatro assaltantes puseram-se em fuga numa viatura ligeira através da EN120, no sentido Sul/Norte.

O caso já está a ser investigado pela Polícia Judiciária.

in Destak


ANPC dá parecer favorável aos Bombeiros de Alcácer e Grândola

Novas instalações candidatas ao QREN
ANPC dá parecer favorável aos Bombeiros de Alcácer e Grândola

ANPC dá parecer favorável aos Bombeiros de Alcácer e Grândola
" vspace="5" align="right" border="2" hspace="10">A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) deu, no mês passado, parecer favorável aos projectos de construção de novas instalações para os Bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal e Grândola. Com esta avaliação positiva as duas corporações poderão candidatar os seus projectos ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

De acordo com o parecer da ANPC, tanto o projecto da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal como o da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Grândola, enquadram-se no quadro de prioridades para a requalificação das infra-estruturas de suporte à actividade operacional daqueles corpos de bombeiros, no âmbito mais alargado do aumento da capacidade dos agentes de protecção civil na prestação do socorro às populações.

Ainda de acordo com a avaliação da Autoridade Nacional, os dois projectos irão contribuir para a melhoria da rede de socorro no território continental e, simultaneamente, proporcionar melhores condições para a preparação, instrução e operação dos elementos que integram os Corpos de Bombeiros.

A intervenção, apresentada pelos Bombeiros de Alcácer do Sal, corresponde à construção de dois edifícios de um só piso, um para o quartel e outro para a oficina.

O projecto dos Bombeiros de Grândola prevê, também, a construção de dois edifícios: um corpo com dois pisos destinado aos serviços operacionais e associativos e, o outro para parque de viaturas com oficina. No logradouro está previsto, ainda, um heliporto para dois aparelhos.


in rostos.pt

EXPOSIÇÃO ETNOGRÁFICA - GRÂNDOLA 30 ANOS DO RANCHO FOLCLÓRICO 5 ESTRELAS DE ABRIL

EXPOSIÇÃO ETNOGRÁFICA - GRÂNDOLA
30 ANOS DO RANCHO FOLCLÓRICO 5 ESTRELAS DE ABRIL

30 ANOS DO RANCHO FOLCLÓRICO 5 ESTRELAS DE ABRIL
" vspace="5" align="right" border="2" hspace="10">O 30º Aniversário do Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril, marca uma Exposição Etnográfica que está patente ao público no Auditório da Biblioteca Municipal de Grândola até 16 de Abril.

A Exposição é constituída por 38 bonecos de pano representativos dos Trajes Tradicionais, utilizados pelo Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril, nos últimos 30 anos.

A artesã Isaurinda Pereira é a autora dos bonecos e dos trajes, réplicas em miniatura da Lavadeira, Tecedeira, Srª que Vai à Vila Vender Ovos, Lavrador Rico, Pescador, Trajes Domingueiros, Tirador de Cortiça, Coca, Sachadeira de Milho, Trajes de ir à Missa, Almocreve, Aguadeira, Lavadeira, Moças Solteiras, Homem da Eira, Ceifeira, Viúva, Ganadeiro Alentejano e Esposa, Mineiro, Podador, Leiteira, Mondina de Arroz, Trajes Interiores, Arrozeiro, Varejador, Cirandeira, Filha dos Criados, Noivo, Noiva, Morgado, Pastor e Padeira.

Completam a Exposição um conjunto de peças utilizadas no cultivo dos cereais, na monda, na debulha, na ceifa e no fabrico do pão.
Merecem igualmente atenção a miniatura da cabana de colmo e as miniaturas de alfaias agrícolas.

Horário de visita: 2ª a 6ª feira : 15h00 / 19h00
Entrada Livre

in rostos.pt

Homem armado acabou por se suicidar, em Grândola

Homem armado acabou por se suicidar, em Grândola

Lançou o pânico em bar

Um homem de 34 anos entrou na madrugada de domingo num bar no centro de Grândola, a apenas 50 metros do posto local da GNR, armado de caçadeira. Deu um tiro para o ar e colocou em pânico mais de uma dezena de clientes do Sonia’s Kaffé, entre eles vários amigos.

MT, pedreiro de profissão, acabou por apontar a si a caçadeira e suicidou-se em pleno bar com um tiro por baixo do queixo, em frente a vários amigos e militares da GNR que o tentavam demover.

O homem frequentava habitualmente o bar, onde entrou armado, domingo, pela 01h00. Segundo o comandante do destacamento da GNR de Grândola, capitão Gonçalves, o homem deu um tiro para o ar e por volta das 03h00 matou-se. "As pessoas ficaram assustadas e saíram do bar. Não sequestrou clientes nem os ameaçou", disse.

MT, que se terá separado recentemente da mulher com quem tinha uma filha de cinco anos, teve morte imediata. As razões do acto estão ainda a ser investigadas pelas autoridades.



in Correio da Manhã

Polos turísticos querem maior articulação com o Plano Estratégico Nacional

Polos turísticos querem maior articulação com o Plano Estratégico Nacional


Foto
ana sofia varela
Posto de Turismo de Albufeira

Os seis pólos de desenvolvimento turístico de Portugal defenderam hoje em comunicado um reforço da articulação com o PENT (Plano Estratégico Nacional de Turismo) e a criação de uma associação que integre as novas regiões turísticas.

A mesma posição já foi anunciada pelas cinco entidades regionais de turismo (Porto e Norte de Portugal, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve), cujos presidentes se reuniram na última sexta-feira, na Cúria, para ultimar a proposta de estatutos da futura associação.

Os seis pólos - Douro, Serra da Estrela, Leiria-Fátima, Oeste, Litoral Alentejano e Alqueva – estiveram também reunidos, no mesmo dia, mas em Unhais da Serra, na Covilhã.

As onze entidades têm encontro marcado à mesma mesa no dia 15 de Abril, em Faro, na sede da Entidade Regional de Turismo, para criarem a associação.

“A partir dessa data esperamos um acordo em relação à nova associação”, disse Jorge Patrão, presidente do pólo turístico da Serra da Estrela à Agência Lusa.

“Pretende-se uma associação que possa conjugar com o Estado a organização e promoção do turismo”, sublinhou.

Segundo aquele responsável, é preciso rever a promoção externa. “As agências de promoção externa não têm funcionado. Mas todos defendem uma actuação externa muito mais forte e sólida, sobretudo em época de crise”, realçou o anfitrião da reunião dos seis pólos turísticos.

No encontro foi feita uma análise sobre a forma de articular o PENT (Plano Estratégico Nacional de Turismo) com as actuais entidades e pólos. O objectivo é “dinamizar os produtos turísticos que representam”.

Foi ainda decidido solicitar ao governo uma evolução do PENT “para que este possa integrar o Pólo de Leiria/Fátima”, destaca o comunicado. “De sublinhar que o próprio PENT considera os Pólos determinantes no desenvolvimento do turismo nacional”, acrescenta.

A publicação do Decreto-Lei n.º 67/2008, de 10 de Abril, criou cinco áreas regionais, que reflectem as áreas abrangidas pelas unidades territoriais utilizadas para fins estatísticos NUTS II – Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve.

Foram ainda criados os pólos de desenvolvimento turístico, integrados nas áreas regionais – Douro, Serra da Estrela, Leiria-Fátima, Oeste, Litoral Alentejano e Alqueva.

7 de Abril de 2009 | 19:56
lusa

O que faz falta em Grândola? ou apenas na sua Rua?

Abrimos um novo tema neste Blog.

Diga-nos os problemas da sua Rua, do seu Bairro, do Centro de Saúde, dos Serviços Públicos...

Aproveite este espaço para deixar as suas queixas e propostas.

Este Blog é lido por quem pode decidir...

Resultados da Sondagem ao Povo de Grândola sobre qual o melhor cidadão para Presidente da Câmara

António Chainho
24%
José Horta
21%
Carlos Beato
19 %
Fernando Travassos
12%
Figueira Mendes
8%



Cristina Vieira
3%

Luisa Araujo
4%

Josélia Espada
1%

António Vilhena
3%

Pacheco Miranda
2%

João Marcelino
3%

The Ballis Band vencem Concurso de Música em Grândola

"The Ballis Band" é um projecto que nasceu em Évora em 2006. Os primeiros concertos foram na Escola Secundária Gabriel Pereira e na Sociedade Harmonia Eborense.Desde então, têm pisado outros palcos, sendo o mais importante o do Music Box em Lisboa. Neste momento preparam o primeiro EP dentro do seu estilo rock/ blues alternativo.No concurso, subiram ao palco com 3 temas: “Ancient Periot”, “Soundleaft” e “Sofá Rouge”.A Banda tem 5 elementos: Ana Mira (baixo e voz ), João Vieira ( guitarra ritmo), João Costa (guitarra solo), James (Baixo) e Pedro Cameirão ( bateria).
Os Stone Slaves classificaram-se em 2º lugar. A banda de Alcácer do Sal, formada em 2007, convenceu com os temas “It´s Time for Revolution”, “Stop The Anger” e “The End is Now”, no seu estilo rock/alternativo/grunge.
O 3º lugar do Concurso foi conquistado pelos Cinza. “V.E.P. (Vai em Paz)”, “Desejo ao Rebentar” e “Western” foram as músicas apresentadas pela formação de Odivelas, num som que se reparte pelo rock / alternativo / ambiente.
O 3º Concurso de Música Pop/Rock Grândola 2009, integrou o Fórum da Juventude, que decorreu de 23 a 29 de Março. Das diversas iniciativas do programa, de destacar os concertos com "Os Pontos Negros", “Mercado Negro” e a grande actuação dos No Dj´s.
Zita Ferreira Braga in HARDMUSICA